História

Histórico da Paróquia Cristo Redentor

A primeira Igreja construída no Barreiro de Cima foi uma capela dedicada a São Sebastião no mesmo lugar onde hoje está essa matriz. Antes disso as missas eram celebradas ao ar livre na atual praça da Febém. Em 1940 essa capela já existia e era o centro de uma grande devoção popular. O Senhor Jair Pedro da Fonseca que chegou no bairro em 1948 lembra que na década de 50 "havia somente missa aos domingos celebrada pelos padres do Barreiro de Baixo. O momento mais importante era a festa do padroeiro, no dia 20 de janeiro. O povo saia em procissão pelas ruas do Flávio Marques, nesse tempo, o bairro central do Barreiro de Cima". Sem pastorais organizadas, a vida da comunidade era animada basicamente pelos Vicentinos e os Marianos. Um dos fundadores dos Vicentinos no Barreiro foi o senhor João Pongelupe.

NASCE A PARÓQUIA CRISTO REDENTOR


No dia 26 de março de 1968, Dom João de Rezende Costa, arcebispo de Belo Horizonte, criou a Paróquia Cristo Redentor e nomeou como primeiro pároco o Pe. José Cabral. O povo não gostou da mudança do nome e reclamou na Cúria. O bispo explicou que já existia a paróquia de São Sebastião no Barro Preto e não podia haver duas paróquias com o mesmo nome. A comunidade acabou aceitando. Quando o Pe. Cabral assumiu a paróquia já havia sido construída a Igreja Matriz atual. Ele dinamizou a comunidade e construiu em mutirão o atual salão paroquial. Dessa época o senhor Jair Pedro da Fonseca lembra "as gincanas e a procissão do tijolo. Nessas caminhadas cada participante levava um ou vários tijolos para a construção do salão. O povo ajudou muito."


CHEGAM OS PADRES AGOSTINIANOS

Em 1973 os religiosos agostinianos assumiram a Paróquia que se estendia até o bairro Olhos d'água. Além da matriz havia somente duas capelas: uma no Bonsucesso e outra nos Olhos d'água. No terreno da matriz o Pe. Jeremias construiu a torre, a casa paroquial que depois foi posto de saúde do Estado e o posto policial que foi desativado. A partir de 1975 começaram a surgir novas pastorais. A primeira foi a pastoral do batismo. Em 1976 foi formado o primeiro grupo de oração e depois nasceram os círculos bíblicos, as equipes de liturgia e a pastoral do dízimo. As Ceb's começaram na década de 80. A catequese, desde a criação da Paróquia até 1983, foi coordenada na época pelas irmãs Dominicanas. O trabalho social mais significativo na década de 70 era a alfabetização de adultos, através do mobral. João Vilaça, Raimundo Otávio, Domingos, João Crisóstomo e outros, davam aulas nas escolas como um serviço pastoral. Posteriormente a Igreja do Barreiro de Cima entrou firme no compromisso social e político. Na época da ditadura a Igreja esteve ao lado dos operários abrindo espaço para eles nas greves de 78 e 79 e participou ativamente na luta dos transportes, no movimento do hospital Júlia e na organização e animação do movimento popular. Nas últimas duas décadas, a paróquia se expandiu com muitas comunidades, que depois foram divididas formando novas paróquias. Muitas pastorais se estruturam e hoje dão vida e dinamismo à caminhada pastoral da Paróquia Cristo Redentor. A Asocre. A Rádio Redentor, as capelas construídas, o Anfiteatro Hipona, dentre tantos outros investimentos são marcantes em nossa história.
Não podemos deixar de lembrar aqui os Padres e seminaristas que atuaram na condução e animação da Paróquia. Também as comunidades religiosas femininas sempre foram uma presença importante.

 

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