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CHEGAM OS PADRES AGOSTINIANOS
Em 1973 os religiosos agostinianos assumiram a Paróquia
que se estendia até o bairro Olhos d'água.
Além da matriz havia somente duas capelas: uma no
Bonsucesso e outra nos Olhos d'água. No terreno da
matriz o Pe. Jeremias construiu a torre, a casa paroquial
que depois foi posto de saúde do Estado e o posto
policial que foi desativado. A partir de 1975 começaram
a surgir novas pastorais. A primeira foi a pastoral do batismo.
Em 1976 foi formado o primeiro grupo de oração
e depois nasceram os círculos bíblicos, as
equipes de liturgia e a pastoral do dízimo. As Ceb's
começaram na década de 80. A catequese, desde
a criação da Paróquia até 1983,
foi coordenada na época pelas irmãs Dominicanas.
O trabalho social mais significativo na década de
70 era a alfabetização de adultos, através
do mobral. João Vilaça, Raimundo Otávio,
Domingos, João Crisóstomo e outros, davam
aulas nas escolas como um serviço pastoral. Posteriormente
a Igreja do Barreiro de Cima entrou firme no compromisso
social e político. Na época da ditadura a
Igreja esteve ao lado dos operários abrindo espaço
para eles nas greves de 78 e 79 e participou ativamente
na luta dos transportes, no movimento do hospital Júlia
e na organização e animação
do movimento popular. Nas últimas duas décadas,
a paróquia se expandiu com muitas comunidades, que
depois foram divididas formando novas paróquias.
Muitas pastorais se estruturam e hoje dão vida e
dinamismo à caminhada pastoral da Paróquia
Cristo Redentor. A Asocre. A Rádio Redentor, as capelas
construídas, o Anfiteatro Hipona, dentre tantos outros
investimentos são marcantes em nossa história.
Não podemos deixar de lembrar aqui os Padres e seminaristas
que atuaram na condução e animação
da Paróquia. Também as comunidades religiosas
femininas sempre foram uma presença importante.
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